SOMAÍ e Universidade Lusófona publicam estudo revisto por pares para melhorar práticas na produção de óleos de canábis de espectro total

Publicado 12 meses ago

em Julho 3, 2025

Reading Time: 3 minutes

A SOMAÍ Pharmaceuticals, um operador multinacional com certificação EU-GMP, através de uma parceria com a Universidade Lusófona, publicou um estudo revisto por pares na conceituada revista ‘Pharmaceuticals’. Intitulado “Process Development for GMP-Grade Full Extract Cannabis Oil: Towards Standardized Medicinal Use“, o estudo descreve um processo inovador concebido para a produção de Óleo de Canábis de Extracto Completo (FECO) de grau farmacêutico que proporciona consistência, eficácia e atractividade para o paciente.

Esta colaboração entre a SOMAÍ e a Universidade Lusófona, uma das maiores instituições académicas privadas de Portugal, transmite uma mensagem ousada: que o óleo de canábis de espectro total pode apresentar um grau de controlo e reprodutibilidade comparável ao de outros produtos farmacêuticos, desacreditando suposições longamente estabelecidas na indústria.

Avanço na Produção de Óleo de Canábis EU-GMP

O presente estudo visa analisar o processo de produção de óleo de canábis EU-GMP, bem como a sua evolução e os seus resultados. O estudo publicado foca-se na metodologia proprietária e com patente pendente da SOMAÍ para a extracção e refinação do óleo de canábis. A singularidade deste processo reside na sua aptidão para preservar a integridade fitoquímica global da planta de canábis, abrangendo os canabinóides e os terpenos, simultaneamente com uma garantia de precisão de nível farmacêutico.

Este estudo científico afirma que o óleo de canábis não necessita de comprometer a qualidade ou a normalização para preservar as suas propriedades de espectro total.

Extractos padronizados de espectro total: um avanço científico

Ao contrário dos extractos não refinados que muitas vezes degradam os compostos naturais da planta, o processo avançado da SOMAÍ utiliza a extracção de etanol refrigerado seguido de técnicas meticulosas de preservação e purificação de terpenos. Este método mantém intacto o perfil original de canabinóides e terpenos da planta, proporcionando um óleo de canábis de espectro verdadeiramente completo com uma composição consistente de lote para lote.

Principais destaques da inovação:

  • Preservação dos terpenos naturais: a extracção da SOMAÍ retém a autenticidade dos terpenos da flor de canábis originária;
  • Reintrodução científica de terpenos: em vez de suposições, o perfil dos terpenos pode ser controlado e reintroduzido com precisão, tornando a formulação um processo com base científica.

Melhoria da experiência do paciente: Sabor, cor e capacidade de tolerância

Para além das métricas laboratoriais, a experiência do paciente é crucial. O estudo incluiu análises sensoriais que compararam o FECO purificado da SOMAÍ com extractos não refinados de canábis e produtos da concorrência. Os resultados foram convincentes: os pacientes classificaram consistentemente o óleo da SOMAÍ como superior em termos de sabor, cor, aroma e interesse geral.

Isto significa que os pacientes têm mais probabilidades de tolerar e cumprir os protocolos de tratamento que utilizam o FECO da SOMAÍ – uma consideração importante nas aplicações terapêuticas da canábis.

O fundador e CEO interino da SOMAÍ, Michael Sassano, destacou as implicações do estudo para o sector em questão:

“Esta investigação prova que o óleo de canábis de espectro total pode ser farmacologicamente preciso e reproduzível. A crença desactualizada de que o espectro total significa inconsistente ou não regulamentado já não é válida. O processo da SOMAÍ faz a ponte entre a ciência farmacêutica e a medicina botânica de uma forma que ninguém fez antes.”

A declaração de Sassano reflecte um movimento mais amplo no sector da indústria da canábis, que visa elevar os produtos do espectro total, desde misturas artesanais a terapias médicas validadas.

Rigor científico na canábis medicinal: Uma perspectiva universitária

Maria do Céu Costa, Professora da Universidade Lusófona e co-autora do estudo, salientou também o impacto científico mais alargado:

“As nossas descobertas confirmam que, com a metodologia correcta, é possível preservar os compostos terapêuticos da planta e, ao mesmo tempo, obter consistência e segurança farmacêuticas. Este estudo aproxima a canábis medicinal dos cuidados de saúde convencionais, alinhando-a com as expectativas científicas e regulamentares.”

A investigação sublinha o compromisso da Lusófona em fazer avançar as contribuições académicas para a farmacologia da canábis, preparando o terreno para uma maior colaboração entre o meio académico e a indústria da canábis.

Um novo padrão para os medicamentos à base de canábis

A abordagem da SOMAÍ oferece um forte contraste com os extractos de canábis convencionais produzidos sem garantia de qualidade ou supervisão regulamentar. O seu processo é:

  • Conformidade com as normas EU-GMP;
  • Testado e validado por lotes;
  • Cientificamente reproduzível;
  • Farmacologicamente estável;

O estudo da SOMAÍ e da Universidade Lusófona, sujeito a revisão por pares, não representa apenas um avanço tecnológico, mas também uma declaração de que a medicina baseada na canábis pode, e deve, alcançar os mais elevados padrões de desenvolvimento farmacêutico.

Ao combinar tecnologia de extracção de ponta, ciência dos terpenos e validação sensorial, a SOMAÍ está a liderar uma transformação na forma como os óleos de canábis de espectro total são produzidos, regulados e prescritos.

À medida que o mercado global de canábis medicinal cresce, estudos como este estabelecem um novo padrão de excelência – trazendo credibilidade, segurança e consistência às terapias derivadas da planta mais complexa da natureza.

[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]

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Com formação profissional em desenho técnico CAD (2D e 3D), João Xabregas é activista e defensor de todos os usos e aplicações da canábis. Encontrou e entrou no mundo canábico ainda durante os seus tempos de juventude, onde ganhou especial interesse pelo cultivo da planta, o que o levou a uma jornada de auto-aprendizagem pelo mundo da canábis que ainda continua nos dias de hoje. As suas aventuras ligadas ao cultivo de canábis iniciaram-se com o mesmo objectivo de muitos outros: poder garantir a qualidade e eliminar quaisquer possíveis riscos para a sua saúde daquilo que consumia, bem como evitar quaisquer tipos de dependências do mercado ilícito. No entanto, rapidamente passou a encarar o mundo da canábis e tudo o que a ela diz respeito com um olhar bastante diferente. Assume a enorme paixão que nutre pela planta mais perseguida do mundo e sobre a qual está sempre disposto a escrever e a ter uma boa conversa.
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