Macedónia do Norte: Governo vai rever licenças das empresas depois de apreender canábis destinada ao mercado ilícito

Publicado 1 ano ago

em Julho 7, 2025

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“Todas as licenças concedidas a empresas que processam canábis para fins medicinais serão revistas”. O governo da Macedónia do Norte anunciou recentemente que vai começar a rever as licenças concedidas às empresas de canábis medicinal, após algumas apreensões de canábis com destino ao mercado ilícito. De acordo com o meio de comunicação Alsat esta decisão do órgão executivo surge “após vários abusos cometidos por estas entidades, tendo a canábis, em vez de ser destinada a fins medicinais, ido parar ao mercado negro”.

Em Strumica, foram apreendidos mais de 100 quilos e, em alguns casos, a polícia apreendeu canábis no valor de milhões de euros, enquanto algumas empresas viram as suas licenças confiscadas. O CannaReporter não conseguiu ainda verificar quais foram as empresas visadas, mas de acordo com o jornal macedónio, o Primeiro-Ministro Hristijan Mickoski alertou que muito em breve o público compreenderá qual o ministro, de que entidade e a que empresas concedeu permissão para o processamento de canábis.

“O público ouvirá muito sobre como o governo SDSM-DUI actuou na área de emissão de licenças para o processamento de canábis e como os ministros deste governo actuaram na área da saúde. Não se esqueçam de que havia ministros do SDSM, DUI e da Aliança do lado de Ziadin Sela e da outra Aliança do lado de Arben Taravar. O público ouvirá tudo isto”, declarou o Primeiro-Ministro Hristijan Mickoski.

O mercado de processamento de canábis para fins medicinais na Macedónia do Norte envolve principalmente cidadãos estrangeiros, mas também cidadãos do país. O sector está mais desenvolvido nas regiões de Pelagonia, Vardar, Sudeste e Polog.

A nível estatal, cerca de 100 empresas operam para o processamento de canábis para fins medicinais. Algumas delas foram encerradas quando o governo rejeitou as alterações legais que lhes permitiriam também produzir canábis seca e exportá-la para fora do país, refere o Alsat.

[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]

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Licenciada em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, Laura Ramos tem uma pós-graduação em Fotografia e é Jornalista desde 1998. Vencedora dos Prémios Business of Cannabis na categoria “Jornalista do Ano 2024”, Laura foi correspondente do Jornal de Notícias em Roma, Itália, e Assessora de Imprensa no Gabinete da Ministra da Educação do 21º Governo Português. Tem uma certificação internacional em Permacultura (PDC) e criou o arquivo fotográfico de street-art “Say What? Lisbon” @saywhatlisbon. Co-fundadora e Editora do CannaReporter® e coordenadora da PTMC – Portugal Medical Cannabis, Laura realizou o documentário “Pacientes” e integrou o steering group da primeira Pós-Graduação em GxP’s para Canábis Medicinal em Portugal, em parceria com o Laboratório Militar e a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.
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