Depois de ter falhado os Jogos Olímpicos de Tóquio, por ter testado positivo para THC, Sha’Carri Richardson teve finalmente o seu momento de glória esta semana em Paris, classificando-se em 2º lugar na corrida dos 100 metros, o que lhe valeu a sua primeira medalha de prata olímpica.
Sha’Carri teve que ultrapassar muitos reveses nos últimos anos, depois de lhe ter sido negada a participação na equipa dos EUA após um teste positivo para THC, precisamente antes dos Jogos Olímpicos em Tóquio. Na altura, a atleta pediu desculpa e explicou que recorreu à canábis para lidar com a recente morte da mãe.
Apesar de a canábis não ser uma substância que pode melhorar o desempenho ou colocar os atletas em vantagem, ela ainda é considerada proibida nos Jogos Olímpicos.
No entanto, recentemente, a NCAA — National Collegiate Athletic Association, anunciou uma alteração significativa na sua política em matéria de drogas, declarando que a canábis deixará de ser classificada como uma substância proibida para os atletas da Division I durante os campeonatos. O consumo de canábis entre os atletas ganhou atenção significativa quando Sha’Carri foi excluída da equipa dos Jogos Olímpicos dos EUA em 2021, depois de testar positivo para canábis.