Singapura remove snacks com sementes de cânhamo das máquinas de venda automática

Publicado 4 anos ago

em Fevereiro 3, 2023

Reading Time: 2 minutes

Foi no início de Janeiro que o Gabinete Central de Narcóticos de Singapura (CNB) emitiu um comunicado, onde anunciava a retirada dos snacks com sementes de cânhamo na sua composição. Segundo a agência, “cânhamo é canábis” e é proibido segundo as leis de Singapura.

O Gabinete Central de Narcóticos (CNB) de Singapura anunciou através de comunicado, no início de Janeiro, que estaria ciente de que existiria um snack a ser disponibilizado ao público, contendo cânhamo, sendo tal anunciado no rótulo. O snack, denominado ‘Piranha Power Pack Nuts’, foi recentemente colocado à venda em máquinas de venda automática. Como o produto é suspeito de conter farinha de semente de cânhamo, a CNB notificou a empresa que importou o produto para o retirar de circulação, prosseguindo, no entanto, as investigações.

“Cânhamo é canábis”

Segundo a agência, a justificação para a retirada do mercado prende-se principalmente pelo facto do “nome botânico da planta do cânhamo ser Cannabis sativa L.. Por outras palavras, a agência esclarece no comunicado que “cânhamo é canábis, (…) significa que todas as proteínas, fibras, sementes, óleos, etc. derivados da planta do cânhamo são derivados da planta Cannabis sativa L.

A entidade explica que a canábis e seus derivados estão listados como drogas controladas de Classe ‘A’ no Primeiro Anexo da Lei de Uso Indevido de Drogas (MDA) de 1973. Além disso, o Tetrahidrocanabinol (THC) é a substância química psicoativa da canábis, havendo impactos adversos à saúde ligados ao seu uso. “Quaisquer produtos derivados da planta canábis ou das suas sementes podem ser considerados drogas controladas, tal como o THC, apesar dos rótulos dos produtos indicarem o contrário” afirma a agência.

A agência relembra os cidadãos que Singapura adopta uma política estrita de tolerância zero em relação a drogas controladas, sendo que o CNB adverte os importadores e retalhistas de que qualquer produto que contenha derivados do cânhamo não deve ser importado para venda. O CNB recomenda ainda a quem comprou o snack ‘Piranha Power Pack Nuts’ que não o consuma.

[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]

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Sou um dos directores do CannaReporter, que fundei em conjunto com a Laura Ramos. Sou natural da inigualável Ilha da Madeira, onde resido actualmente. Enquanto estive em Lisboa na FCUL a estudar Engenharia Física, envolvi-me no panorama nacional do cânhamo e canábis tendo participado em várias associações, algumas das quais, ainda integro. Acompanho a industria mundial e sobretudo os avanços legislativos relativos às diversas utilizações da canábis. Posso ser contactado pelo email joao.costa@cannareporter.cannabud.io
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